POLICIAL

Polícia prende segundo suspeito de execução brutal dentro de casa em Sidrolândia

Homem de 32 anos é apontado como um dos envolvidos no grupo que invadiu residência se passando por policiais e matou vítima a tiros na presença da família, no Residencial Cascatinha

A Polícia Civil prendeu o segundo suspeito de envolvimento na execução brutal de Cleiderson Chaves da Rocha de 30 anos ocorrida no Residencial Cascatinha, em Sidrolândia. O crime chamou atenção pela violência e pela forma como o grupo teria invadido a residência, simulando uma ação policial.

O investigado, identificado pelas iniciais P.M.F., de 32 anos, foi preso preventivamente na tarde desta segunda-feira (31). Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como um dos executores do homicídio registrado na madrugada de 26 de agosto.

A prisão preventiva foi solicitada pela autoridade policial e autorizada pela Justiça diante da gravidade do crime, da periculosidade atribuída ao investigado e da necessidade de preservar a ordem pública.

Criminosos teriam se passado por policiais

De acordo com as investigações, o grupo chegou ao imóvel gritando palavras de ordem e simulando uma operação policial para surpreender quem estava dentro da residência.

Após arrombarem o portão, quatro homens armados teriam rendido uma mulher e a mantido de joelhos na cozinha sob ameaça de morte. Enquanto isso, outros dois suspeitos subiram para o andar superior da casa, onde a vítima foi atingida por disparos.

Toda a ação ocorreu na presença de uma criança de apenas quatro anos.

A vítima havia deixado o sistema prisional seis dias antes do assassinato. Conforme as informações apuradas pela polícia , havia uma rixa relacionada a disputas entre facções criminosas no Estado.

Segundo suspeito preso

A captura do homem de 32 anos ocorreu após diligências e análise das informações reunidas pelos investigadores desde o dia do homicídio.

Ele permanece à disposição da Justiça e deverá passar pelos procedimentos legais, incluindo audiência de custódia.

Apesar da segunda prisão, o trabalho policial ainda não terminou. As investigações continuam para identificar todos os participantes, determinar a atuação de cada um deles e localizar os demais suspeitos envolvidos na execução.

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Foto: Divulgação/IA

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