Réu em ação por corrupção, ex-servidor continuará usando tornozeleira por mais seis meses enquanto processo segue tramitando na Justiça Federal

O ex-pregoeiro da Prefeitura de Sidrolândia, investigado por envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos, continuará sendo monitorado eletronicamente por mais seis meses. A decisão foi proferida pela Justiça Federal, que acatou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para prorrogar o uso da tornozeleira eletrônica como medida cautelar.
O servidor é réu em uma ação penal que apura a participação dele em fraudes em processos de licitação, quando ocupava cargo na administração municipal. Ele chegou a ser preso preventivamente em junho de 2023, durante a operação batizada de “Tríade”, deflagrada pela Polícia Federal. Após obter liberdade provisória, passou a cumprir medidas restritivas, incluindo o uso do equipamento de monitoramento.
Na decisão mais recente, o magistrado responsável pelo caso afirmou que ainda persistem indícios de que o réu pode representar risco ao andamento do processo. Por isso, entendeu ser necessária a manutenção da tornozeleira para garantir a ordem pública e a regularidade da ação judicial.
O ex-servidor responde pelo crime de peculato, entre outros delitos, e é acusado de integrar um esquema que teria causado prejuízos significativos aos cofres públicos de Sidrolândia. O processo segue em curso e, por enquanto, não há data marcada para julgamento.
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Foto: Marcus Maluf
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